No contexto das vanguardas da década de 1920, surge o surrealismo, um movimento artístico e literário que expressa os pensamentos do inconsciente. Fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas do psicólogo Sigmund Freud, em 1924, André Breton escreve o Manifesto Surrealista. O irracional, os sonhos e as loucuras tornam-se o mote principal da produção artística surrealista. Conheça cinco artistas que exploraram o movimento surrealista.
O termo foi introduzido pelo artista Theo van Doesburg no seu Manifesto de Arte Concreta de 1930, publicado no primeiro e único número da revista Art Concret. Este novo movimento diferenciou-se dos anteriores pela sua tendência ainda mais forte de confiar em formas geométricas puras, as qualidades formais, a completa negação do lirismo, do dramatismo e do simbolismo.
Descubra mais sobre este movimento aqui.
Arte povera foi um movimento artístico radical italiano, do final dos anos 1960 aos anos 1970, cujos artistas exploraram uma série de processos não convencionais com materiais do 'quotidiano'. A arte povera surgiu dentro de uma rede de atividade cultural urbana nessas cidades, quando a Itália foi tomada pela instabilidade económica mais uma vez. Descubra mais sobre este movimento artístico aqui.
Na década de 1960, muitos artistas experimentaram arte que enfatizava ideias sobre objetos e materiais tradicionalmente associados à criação artística. Em 1967, Sol LeWitt escreveu no seu ensaio “Paragraphs on Conceptual Art” que “a ideia em si, mesmo que não seja visual, é uma obra de arte tanto quanto qualquer produto acabado”. Artistas conceptuais usam o seu trabalho para questionar a noção do que é arte e para criticar as estruturas ideológicas subjacentes da produção, distribuição e exibição artísticas. A arte conceptual é um movimento que valoriza as ideias sobre os componentes formais ou visuais das obras de arte.
Fauvismo é o nome dado ao trabalho produzido por um grupo de artistas (que incluía Henri Matisse e André Derain) por volta de 1905 a 1910, caracterizado por cores fortes e pura aplicadas agressivamente diretamente dos tubos de tinta para criar uma sensação de explosão na tela pinceladas ferozes. Como os impressionistas, os fauvistas pintaram diretamente na natureza mas os assuntos foram retratas de forma forte e expressiva.
O principal objetivo deste movimento quase sempre foi desafiar as convenções das formas tradicionais de arte visual, como pintura e escultura. Quando esses modos não parecem mais responder às necessidades dos artistas - quando parecem muito conservadores, ou muito enredados no mundo da arte tradicional e muito distantes das pessoas comuns - os artistas muitas vezes voltam-se para a performance para encontrar novos públicos e testar novas ideias.
No inicio do século XX, desenvolveram-se as vanguardas russas que acabaram por ter uma notável repercussão sobre os movimentos artísticos europeus. O clima de estabilidade política na Russia mas também abertura após 1905, permitiu o surgimento de novas ideias. Influenciados por Cézanne e os movimentos vanguardista da europa, vemos nascer na Russia dois novos estilo artísticos, o suprematismo e construtivismo.
Na década de 1960, surgiu o movimento Op art, também chamada de arte óptica, um novo ramo da arte abstrata geométrica que trata da ilusão de ótica. Este movimento concedeu um grande desenvolvimento na pintura ao usar formas geométricas para criar efeitos ópticos, ambiguidades e contradições na visão do espectador. Descubra sobre este movimento aqui.
Dadaísmo foi um movimento de arte formado durante a Primeira Guerra Mundial em Zurique como reação aos horrores e loucura da guerra. A arte, poesia e performance produzida por artistas dada é muitas vezes de natureza satírica e sem sentido. Os artistas dadaístas sentiram que a guerra punha em causa todos os aspectos de uma sociedade.
Vale a pena investir na arte urbana? Esta é a questão que se impõe, se é seguro e lucrativo investir em obras de arte urbana. Artista português Vhils afirmou: “Em princípio, qualquer investimento em arte, tem um retorno gigante (...) São coisas que perduram no espaço e criam ligações emocionais com as pessoas." Descubra o motivo para investir.
O artista português Artur Bordalo (1987), conhecido como Bordalo II, ficou famoso por usar o lixo das ruas para criar esculturas de animais deslumbrantes, com o propósito de alertar as pessoas sobre a poluição e todos os tipos de espécies que se encontram ameaçadas de extinção. Saiba onde se encontram as suas esculturas em Portugal.
Todos os anos, a 3 de março celebra-se o Dia Mundial da Vida Selvagem, para chamar atenção sobre a “obrigação moral” de se preservar a Terra, de onde são extraídos os produtos essenciais para a sobrevivência humana.
O chefe das Nações Unidas Guterres ressaltou que a vida selvagem está em perigo, relembrando que os danos ao mundo natural ameaçam, no fundo, a existência e o bem-estar de todos os indivíduos. Quem são os artistas que tem produzidos trabalhos ligados à sustentabilidade? Saiba mais neste artigo.
O chefe das Nações Unidas Guterres ressaltou que a vida selvagem está em perigo, relembrando que os danos ao mundo natural ameaçam, no fundo, a existência e o bem-estar de todos os indivíduos. Quem são os artistas que tem produzidos trabalhos ligados à sustentabilidade? Saiba mais neste artigo.
O século XX foi marcado pelas grandes mudanças sociais, políticas, económicas e simultaneamente no mundo artístico a expansão do conceito de arte. Na década de 1960, começam a surgir no campo das artes, as preocupações ambientais e ecológicas, com artistas a questionar nas suas obras, a nossa própria sobrevivência e as consequências da ação humana nos recursos naturais. Bordalo II, Rirkrit Tiravanija, Thomas Hirschhorn produzem obras de arte que transmitem e provocam uma transformação na sociedade. Os artistas acreditam que estão a modificar o mundo, através das suas ações artísticas? Descubra neste artigo.
Após a segunda guerra mundial, surgiu no mundo da arte uma nova expressão, desenvolvida por pintores americanos como Jackson Pollock, Mark Rothko e Willem de Kooning. Em plena guerra fria, as obras de Jackson Pollock expressaram a ideia de liberdade que os Estados Unidos pretendiam comunicar para o resto do mundo. Assim, este movimento foi abraçado devido à sua impressão de espontaneidade e como forma de “combater” a arte figurativa russa. Para os artistas, este movimento caracterizado pelas pinceladas gestuais espontâneas, era uma forma de expressar as suas emoções de forma abstrata, tal como refere o próprio nome.