Ao longo dos séculos, a arte tem sido um veículo de comunicação das experiências, histórias, além de ser uma forma de expressão da identidade, de uma pessoa ou de uma cultura. Atualmente, a comunidade LGBTQI+ encontra-se gradualmente a ganhar uma maior visibilidade e a ser mais aceite. Do século XX até ao presente, diversos artistas têm usado a arte como meio de expressão para provocar uma mudança na percepção social. Descubra neste artigo, sete artistas que conceberam, através da sua identidade e produção artística, um aumento na visibilidade e libertação da comunidade LGBTQI+.
20 Artistas Mulheres Mais Influentes da História da Arte
Com o início do Movimento das Mulheres na década de 1960, cada vez mais artistas mulheres começaram a receber o reconhecimento que mereciam. Hoje, a história da arte está sendo reexaminada e os artistas que caíram no esquecimento agora estão sendo incluídos e premiados pelas suas contribuições para a evolução da arte.
Compilamos uma lista que acreditamos ser algumas das artistas femininas mais importantes do passado e do presente.
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O que foi o movimento brutalismo? Como surgiu?
O movimento brutalista, que surgiu na metade do século XX, emerge como uma expressão arquitectónica única, desafiando convenções estéticas e propondo uma abordagem crua e funcional ao design. Saiba mais aqui.
5 Icónicas Obras de Arte do artista Vhils
Vhils cresceu no Seixal, um subúrbio industrializado do outro lado do rio de Lisboa, a capital de Portugal, e foi profundamente influenciado pelas transformações provocadas pelo intenso desenvolvimento urbano pelo qual o país passou nas décadas de 1980 e 1990. Alexandre Farto foi particularmente inspirado pela forma como as muralhas das cidades absorvem as mudanças sociais e históricas que ocorrem ao seu redor. Conheça cinco obras de arte icónicas de Vhils.
Fadista e atriz, Amália Rodrigues, desde muito cedo mostrou gosto por cantar, tendo em 1939, a sua estreia profissional. Rapidamente se tornou num sucesso, sendo cabeça de cartaz em vários espaços. A partir do início da década de 1950, Amália Rodrigues realizou diversas digressões nacionais mas especialmente internacionais, dando início a uma carreira jamais igualada por qualquer outro artista português. Conheça neste artigo sete factos pouco conhecidos de uma das figuras incontornáveis da História do Fado.
A fotografia surgiu no século XIX, período em que a pintura e a escultura eram as grandes formas de expressão. A partir da década de 1970, com uma maior incidência na década de 1980, a máquina fotográfica invadiu o território da Arte, ou seja, os espaços culturais, como museus e galerias, deixando assim praticamente em segundo plano, o aspecto documental da representação da realidade. Enquanto que no meio artístico existiu uma certa incerteza sobre esta nova máquina, na área da comunicação esta foi recebida como uma grande aliada. Para celebrar o Dia Mundial da Fotografia a P55 dá a conhecer neste artigo cinco artistas que transformaram o panorama artístico mundial, através das suas representações fotográficas.
Militante e defensor leal do movimento Surrealista, Mário Cesariny de Vasconcelos (1923-2006) escreveu, pintou e desenhou, exatamente por esta ordem, desde os 19 anos. A sua obra tanto poética, como plástica contribui na construção da história contemporânea. O pintor destacou-se no panorama artístico ao rejeitar qualquer preocupação técnica e formal, tendo sido o primeiro a criar uma colagem surrealista no pós-guerra português. A sua carreira foi intensa, tendo as duas áreas, artes plásticas e escrita, se interligando continuamente, pois dos seus poemas surgiam as pinturas e vice-versa. Descubra parte da sua vasta obra poética através dos cinco excertos publicados neste artigo.
No auge do Expressionismo abstrato, surgiu o movimento Pop Arte, com artistas como Andy Warhol e Jasper Johns, que criaram obras sobre a cultura popular e a vida quotidiana americana. É neste movimento que Roy Lichtenstein ganhou destaque e se tornou num dos artistas mais famosos. Os seus trabalhos sobre a cultura das massas e o capitalismo foram desenvolvidos de uma forma mais positiva em comparação aos seus colegas. Atualmente as suas obras quebram recordes no mercado da arte, com a venda de Nurse de 1964, por US $ 95,4 milhões num leilão da Christie's no outono de 2015. Descubra neste artigo sete factos pouco conhecidos do artista que criou as obras iconicas Whaam! e Drowning Girl.
A representação da paisagem, ou seja do território observado, é uma constante ao longo da história da arte, sendo a sua relevância notável por contar a história e memória dos espaços. Sem nunca esquecer as suas origens, muitos artistas têm vindo a representar nas suas pinturas as tradições portuguesas, influenciados pelos impressionistas e os naturalistas como Silva Porto e Carlos Reis, entre outros. De forma particular e harmoniosa, estes artistas têm construído um caminho de norte a sul, sobre a beleza das paisagens portuguesas, sejam estas citadinas ou rurais. Viaje, sem sair de casa, pelos caminhos de Portugal, a partir das obras destes sete artistas e descubra as particularidades dos espaços representados.
Júlio Pomar foi um dos artistas com maior impacto nas artes portuguesas do século XX, desde do início do seu percurso. Durante sete décadas conseguiu reinventar-se constantemente, seja nas técnicas e meios utilizados como nos movimentos artísticos. Entre os pintores modernos portugueses, Júlio Pomar é um dos poucos — como Paula Rego — cuja figuração, não só humana, é o tema principal. Muitos foram os animais retratados por Júlio Pomar: o porco, o macaco, o tigre, o corvo, o elefante, a girafa, o veado, a tartaruga, o touro, o gato, o cavalo, o cão, o lobo, a cabra e o bode, a gaivota e a mosca. Neste artigo abordaremos como estes foram representados nas diversas tipologias artísticas.
Celebra-se a 18 de julho, o Dia de Nelson Mandela, como forma de homenagear a vida e o legado de um dos importantes líderes contra o regime do Apartheid. Como forma de comemorar este dia especial, damos a conhecer artistas africanos, muitos deles autodidatas, que conseguiram construir uma carreira de renome, estando atualmente as suas obras presentes em inúmeros museus e coleções privadas em todo o mundo. Conheça neste artigo a vida e prática profissional, destes cinco artistas que mudaram o panorama da arte, através das suas obras.
A artista mexicana Frida Kahlo marcou a história devido ao seus magníficos auto-retratos com uma dimensão forte que influenciaram a visão sobre o feminismo, a homossexualidade e a cultura mexicana pelo mundo. Com cores vibrantes envolvidos nos traços culturais latinos, a pintora retratou os acontecimentos da sua vida, os seus relacionamentos, sofrimentos, as questões íntimas femininas como o aborto, além das suas convicções políticas e culturais. Neste artigo é explorada a intensa vida de uma das mais importantes pintoras mexicanas do século XX, a partir de dez pinturas.
O artista João Cutileiro marcou, profundamente, a escultura e a própria identidade da história da arte portuguesa, ao reinventar os meios de produção. Em 1966, o artista introduziu as máquinas elétricas de corte da pedra à sua produção, o que lhe permitiu dedicar-se exclusivamente ao mármore. Através da utilização deste elemento João Cutileiro ultrapassou a estatuária académica e construiu uma nova linguagem. Neste artigo abordaremos uma das temáticas que o artista se manteve fiel, as meninas, de forma a compreendermos como o artista despertou a beleza do corpo feminino ao expressar os prazeres instintivos.
Anualmente, a 24 de junho, celebra-se o São João, uma festa popular da religião católica. Segundo os evangelhos, São João Batista foi um pregador judeu que nasceu em Ein Kerem, na Judéia, no ano 2 a.C. Ao longo dos séculos, um diverso número de artistas representou os episódios da sua vida, sendo os mais populares, o batismo de Jesus Cristo e a sua decapitação. De forma a expor os momentos fulcrais da vida de São João Batista, neste artigo encontram-se quinze peças de vários artistas, que contribuíram para o abundante espólio de obras de arte sobre este santo.
Por meio das suas obras que vão desde o figurativo ao abstrato, Maria Helena Vieira da Silva marcou a história da arte portuguesa e internacional. O seu percurso iniciado em Paris, ficou associado à sua versatilidade, com um conjunto de obras que vão desde pintura, escultura, tapeçaria, passando pela ilustração e cenografia. Com um grande respeito pela pureza dos meios de expressão selecionados e através das suas originais composições geometrizadas, tornou-se uma das artistas abstractas mais celebradas na Europa do Pós-Guerra. Esta semana, a P55 apresenta o fascinante mundo de Maria Helena Vieira da Silva ao revelar cinco factos pouco conhecido sobre a sua vida.
O Dia Mundial dos Oceanos é celebrado a 8 de junho, para relembrar a importância destes na vida quotidiana de todos nós. De Monet a Katsushika Hokusai, inúmeros artistas criaram obras sobre os grandes oceanos deste mundo. Estas pela sua extraordinária relevância tornaram-se verdadeiras referências na história da arte. Descubra neste artigo uma seleção de artistas que se inspiram nesta temática para a construção das suas obras.
Azulejo é a palavra portuguesa que designa uma placa cerâmica quadrada com uma das faces decoradas e vidradas. Surgiu há mais de quinhentos anos atrás, com influência da cultura oriental, que ornamentavam as paredes dos palácios e espaços sagrados com mosaicos. Tem sido uma técnica contínua e diversamente aplicada na arquitectura, adaptando-se às exigências de cada época. A sua singularidade é evidente face à azulejaria de outros países, sendo um fenómeno nacional que ajuda a construir a memória coletiva do país de forma inconsciente.