A Revolução de 25 de abril de 1974 depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, dando início à implementação de um regime democrático. O ambiente revolucionário que se sentia nas ruas fomentou a participação dos artistas, numa explosão de arte gráfica. Assim, após a revolução são marcantes as pinturas murais e os cartazes ligados a esta transformação política. Num traço estético eufórico, os artistas e a população assumiram um papel de intervenção através da arte, exprimindo a sua voz, que outrora fora suprimida. Partindo das manifestações artísticas durante o 25 de abril de 1974 até às transformações posteriores, perceberemos as repercussões e o verdadeiro impacto da revolução na arte portuguesa.
A P55 é um Marketplace dedicado à Arte que disponibiliza um serviço gratuito aos seus fornecedores para venderem as suas obras sem sair de casa. A missão da plataforma passa por revolucionar o acesso à Arte e torná-la disponível para todos através da loja online e leilões semanais. Da arte clássica à contemporânea, com cerca de 500 autores, esta plataforma distingue-se das restantes por um motivo: todas as peças são provenientes de profissionais, sejam eles artistas ou galeristas. Numa era digital, como é que esta plataforma online torna o mercado da arte mais acessível?
A temática da paisagem esteve constantemente relacionada com a afirmação dos principais movimentos artísticos, sobretudo a partir do Renascimento. Ao longo do tempo, este género que retrata montanhas, rios, pontes ou espaços arquitetónicos, sofreu modificações em termos de meios e linguagens artísticas. Atualmente, é notável a sua relevância no domínio das belas-artes; contudo, durante vários séculos, para a academia esta foi considerada inferior em relação aos outros géneros. De forma a entendermos como os artistas representam esta temática na contemporaneidade, abordaremos a ideia artística de paisagem, desde do renascimento, passando pelo barroco, romantismo e pós-guerra.
O elemento visual da cor é utilizado para criar a atmosfera de uma obra de arte, pois estimula as nossas emoções e percepções. Assim, oferecem-nos resposta díspares como harmonia ou conflito, quente ou frio, devido à combinação de pigmentos: um azul poderá ser quente ou frio, dependendo da composição (poderá tender mais para o amarelo ou verde). Esta é uma viagem pelo uso da cor, cujo ponto de partida é o início do século XIX, com paragens por várias épocas, até à atualidade.
Num percurso construído entre Portugal e o Reino Unido, Paula Rego afirma-se como um dos mais importantes nomes da arte contemporânea internacional.
Anunciação, Natividade e Adoração são três dos temas mais representativos e representados da iconografia cristã.
Em 2002, também Paula Rego se debruçaria sobre estes temas, numa série de oito telas encomendadas pelo então Presidente da República Jorge Sampaio para a capela do Palácio de Belém. Nos três quadros com que inicia o Ciclo da Vida da Virgem Maria a artista portuguesa quebraria as convenções, legando-nos um retrato da mãe de Cristo como mulher.