Experiência muito boa. Tudo combinado e cumprido. Empresa de gente séria. Já comprei dois quadros, ambos de dezenas de milhares de euros.
Cidade dos Príncipes
Nadir Afonso
Cidade dos Príncipes, 2020
Prato em porcelana edição VISTA ALEGRE com fio em ouro
Diâmetro: 33cm
Edição exclusiva comemorativa dos 100 anos de Nadir Afonso
Edição de 200
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Nadir Afonso
Cidade dos Príncipes, 2020
Prato em porcelana edição VISTA ALEGRE com fio em ouro
Diâmetro: 33cm
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Nadir Afonso
O artista português Nadir Afonso (1920- 2013) foi pioneiro na abstração geométrica em Portugal, sendo uma figura fundamental para o modernismo deste país. Num período inicial de experimentação pictórica, através do figurativismo e da representação do real, percorreu uma estética surrealista que fez a passagem para o abstracionismo. Descobriu assim a sua atração pela pintura geométrica. O artista considerava que a arte, não era fruto da imaginação, mas da observação e manipulação da forma. Estudou Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, tendo exercido trabalhos de arquitetura, colaborando com arquitetos como Le Corbusier e Oscar Niemeyer. Contudo, a sua paixão sempre foi a pintura. Nadir Afonso continuou a pintar, tendo se aproximando desta técnica por via de Dordio Gomes, pela participação nas exposições do Grupo dos Independentes, quer nas Missões Estéticas em Évora, sendo em 1940, a sua estreia a expor. Nadir Afonso é autor de uma obra singular, estruturada no contexto artístico internacional com consistente pioneirismo e um dos artistas de maior relevo da arte do século XX e XXI. Nadir Afonso defende na sua arte uma estética que pressupõe a relação das leis geométricas, leis universais que existem na Natureza indispensáveis ao alcance da harmonia, e a relação mutável das funções e necessidades que permitem determinar as leis evolutivas, não especificas da obra de arte. Este processo é sustentado pela reflexão e análise teórico-filosófica, de formulação própria e o consequente trabalho prático como fio condutor para uma metodologia racional. Durante a sua carreira artística teve vários períodos: primeira modernidade, período surrealista, período barroco, pré-geométrico, período egípcio, espacillimité, período ogival, período perspectivo, período antropomórfico, organicismo, período fractal e realismo geométrico. A sua produção artística é singular e fundamental para o estudo do modernismo em Portugal. Foi autor de importantes obras públicas como o projeto da Panificadora de Chaves (edifício de interesse municipal e uma das 100 obras mais significativas da arquitetura portuguesa do século 20), os painéis para a estação dos Restauradores do Metropolitano de Lisboa (1996), um painel de azulejos para a Estação Ferroviária de Coina (2006), realizou um painel de azulejos para os Paços do Concelho de Boticas (2009) e executou painéis em azulejo para o túnel de acesso à Praia em Cascais (2011). O pintor, que morreu em 2013, já não viu o Museu de Arte Contemporânea com o seu nome nascer na sua cidade natal e receber parte da sua obra. Inaugurado em 2016, localiza-se na margem direita do rio Tâmega, junto à Ponte de São Roque. É um espaço de fruição cultural de excelência, constituído por diversos espaços, salas de exposições temporárias e permanentes, auditório, arquivo, biblioteca e loja. Um espaço de características excecionais, moderno e único, para homenagear o génio do pintor flaviense Nadir Afonso.
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