Preço Regular
€680
André Rita
Pedra por Pedra, 2022
Caneta sobre papel
50X65cm
Este desenho é um culminar de sensações e nele represento o fascínio sobre a arquitectura. Estes incríveis e majestosos monumentos desde a Pirâmide Mayan, ou a Hagia Sophia, à Notre Dame criam em mim alguma inquietação, o pensamento de alguém pegar na pedra e moldá-la, encaixá-la e criar algo tão magnífico. E como uma obra minha não passa só pela representação linear, represento nela Belvedere do artista M. C. Escher, onde o impossível e o surrealismo habitam no meio da ruína como se tivesse existido mas agora esquecido no tempo. No topo do desenho, já de uma forma propositada, abro um pequeno espaço onde nasce a Torre de Babel, nela existe uma cidade e uma torre tão alta o suficiente para alcançar o céu. Por fim, e com grande entusiasmo, desenho um projecto de Jochen Gerz e sua esposa Esther Shalev-Gerz, o Monumento contra o Fascismo: uma imponente coluna de doze metros de aço erguido. Esta obra desapareceu lentamente com o tempo e aqui permito que exista novamente e permaneça juntamente com a palavra e o significado que acarreta.
Pedra por Pedra, 2022
Caneta sobre papel
50X65cm
Este desenho é um culminar de sensações e nele represento o fascínio sobre a arquitectura. Estes incríveis e majestosos monumentos desde a Pirâmide Mayan, ou a Hagia Sophia, à Notre Dame criam em mim alguma inquietação, o pensamento de alguém pegar na pedra e moldá-la, encaixá-la e criar algo tão magnífico. E como uma obra minha não passa só pela representação linear, represento nela Belvedere do artista M. C. Escher, onde o impossível e o surrealismo habitam no meio da ruína como se tivesse existido mas agora esquecido no tempo. No topo do desenho, já de uma forma propositada, abro um pequeno espaço onde nasce a Torre de Babel, nela existe uma cidade e uma torre tão alta o suficiente para alcançar o céu. Por fim, e com grande entusiasmo, desenho um projecto de Jochen Gerz e sua esposa Esther Shalev-Gerz, o Monumento contra o Fascismo: uma imponente coluna de doze metros de aço erguido. Esta obra desapareceu lentamente com o tempo e aqui permito que exista novamente e permaneça juntamente com a palavra e o significado que acarreta.
- Técnica
- Caneta · Papel
- Categoria
- Pintura
- Dimensão
- 50 × 65 cm
- Tema
- Arquitetura · Cidade · Figurativo
- Movimento
- Surrealismo
- SKU
- 40432324706389
Entrega estimada
Envio segurado com número de rastreio para Portugal Continental. Data estimada de entrega junto ao preço.
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Todas as obras são preparadas minuciosamente para o seu transporte e o envio inclui seguro de transporte. Preparada para transporte internacional.
Devolução gratuita
14 dias após receção. Contacte o apoio ao cliente para reembolso integral em 5 dias úteis.
Autenticidade garantida
Certificado de autenticidade incluído. Todos os nossos parceiros são profissionais e validados pela P55.ART.
Trustpilot 4.7
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Este desenho é um culminar de sensações e nele represento o fascínio sobre a arquitectura. Estes incríveis e majestosos monumentos desde a Pirâmide Mayan, ou a Hagia Sophia, à Notre Dame criam em mim alguma inquietação, o pensamento de alguém pegar na pedra e moldá-la, encaixá-la e criar algo tão magnífico. E como uma obra minha não passa só pela representação linear, represento nela Belvedere do artista M. C. Escher, onde o impossível e o surrealismo habitam no meio da ruína como se tivesse existido mas agora esquecido no tempo. No topo do desenho, já de uma forma propositada, abro um pequeno espaço onde nasce a Torre de Babel, nela existe uma cidade e uma torre tão alta o suficiente para alcançar o céu. Por fim, e com grande entusiasmo, desenho um projecto de Jochen Gerz e sua esposa Esther Shalev-Gerz, o Monumento contra o Fascismo: uma imponente coluna de doze metros de aço erguido. Esta obra desapareceu lentamente com o tempo e aqui permito que exista novamente e permaneça juntamente com a palavra e o significado que acarreta.
Pedra por Pedra, 2022
Caneta sobre papel
50X65cm
Este desenho é um culminar de sensações e nele represento o fascínio sobre a arquitectura. Estes incríveis e majestosos monumentos desde a Pirâmide Mayan, ou a Hagia Sophia, à Notre Dame criam em mim alguma inquietação, o pensamento de alguém pegar na pedra e moldá-la, encaixá-la e criar algo tão magnífico. E como uma obra minha não passa só pela representação linear, represento nela Belvedere do artista M. C. Escher, onde o impossível e o surrealismo habitam no meio da ruína como se tivesse existido mas agora esquecido no tempo. No topo do desenho, já de uma forma propositada, abro um pequeno espaço onde nasce a Torre de Babel, nela existe uma cidade e uma torre tão alta o suficiente para alcançar o céu. Por fim, e com grande entusiasmo, desenho um projecto de Jochen Gerz e sua esposa Esther Shalev-Gerz, o Monumento contra o Fascismo: uma imponente coluna de doze metros de aço erguido. Esta obra desapareceu lentamente com o tempo e aqui permito que exista novamente e permaneça juntamente com a palavra e o significado que acarreta.
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- Caneta · Papel
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ArtistaSeguir artista +
André Rita,
Nascido em 1991
Porto, Portugal
Não me considero um ilustrador, considero-me talvez um observador com a sorte de ter uma mão que acompanha o meu olhar.
Como jovem artista, as minhas influências surgem principalmente das minhas vivências, mas não advêm apenas delas. Tudo o que cruza o meu caminho, e sobre o qual pouso o meu olhar, tem a capacidade de me influenciar de alguma forma. Cada uma das minhas criações passa por uma reflexão autocrítica, no entanto, o processo de trabalho tem a sua própria liberdade, já que todo o meu processo até ao resultado final é completamente inesperado, no sentido de que até eu sou surpreendido pela criação final.
É facilmente perceptível que tudo o que crio, ou quase tudo, emerge da arquitetura. A busca do eu está profundamente ligada à minha obsessão por casas e cidades fictícias, que estão inteiramente ligadas ao sentido da minha própria identidade.
No meu trabalho, de um ponto de vista mais íntimo e pessoal, há uma rejeição da perfeição, dos cânones e até da realidade como a conhecemos. As minhas casas são, portanto, seres imperfeitos, inabitáveis, impossíveis, imaginários, utópicos, mas autênticos e, portanto, um espelho do meu corpo e do meu ser.
Atualmente, e com a criação do André Rita Atelier, desenvolvi um trabalho mais introspetivo, fugindo às expectativas que possam existir, tendo em mente que a razão pela qual comecei a desenhar foi porque senti que havia algo que queria manifestar para ter uma maior compreensão de mim mesmo e como coexistir com o resto da sociedade.
No futuro, procuro que as minhas casas encontrem um espaço comum entre a realidade e a ficção, abrindo caminhos e possibilidades para mim e para todos.
Nascido em 1991
Porto, Portugal
Não me considero um ilustrador, considero-me talvez um observador com a sorte de ter uma mão que acompanha o meu olhar.
Como jovem artista, as minhas influências surgem principalmente das minhas vivências, mas não advêm apenas delas. Tudo o que cruza o meu caminho, e sobre o qual pouso o meu olhar, tem a capacidade de me influenciar de alguma forma. Cada uma das minhas criações passa por uma reflexão autocrítica, no entanto, o processo de trabalho tem a sua própria liberdade, já que todo o meu processo até ao resultado final é completamente inesperado, no sentido de que até eu sou surpreendido pela criação final.
É facilmente perceptível que tudo o que crio, ou quase tudo, emerge da arquitetura. A busca do eu está profundamente ligada à minha obsessão por casas e cidades fictícias, que estão inteiramente ligadas ao sentido da minha própria identidade.
No meu trabalho, de um ponto de vista mais íntimo e pessoal, há uma rejeição da perfeição, dos cânones e até da realidade como a conhecemos. As minhas casas são, portanto, seres imperfeitos, inabitáveis, impossíveis, imaginários, utópicos, mas autênticos e, portanto, um espelho do meu corpo e do meu ser.
Atualmente, e com a criação do André Rita Atelier, desenvolvi um trabalho mais introspetivo, fugindo às expectativas que possam existir, tendo em mente que a razão pela qual comecei a desenhar foi porque senti que havia algo que queria manifestar para ter uma maior compreensão de mim mesmo e como coexistir com o resto da sociedade.
No futuro, procuro que as minhas casas encontrem um espaço comum entre a realidade e a ficção, abrindo caminhos e possibilidades para mim e para todos.
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