André Rita Seguir artista +
André Rita,
Nascido em 1991
Porto, Portugal
Não me considero um ilustrador, considero-me talvez um observador com a sorte de ter uma mão que acompanha o meu olhar.
Como jovem artista, as minhas influências surgem principalmente das minhas vivências, mas não advêm apenas delas. Tudo o que cruza o meu caminho, e sobre o qual pouso o meu olhar, tem a capacidade de me influenciar de alguma forma. Cada uma das minhas criações passa por uma reflexão autocrítica, no entanto, o processo de trabalho tem a sua própria liberdade, já que todo o meu processo até ao resultado final é completamente inesperado, no sentido de que até eu sou surpreendido pela criação final.
É facilmente perceptível que tudo o que crio, ou quase tudo, emerge da arquitetura. A busca do eu está profundamente ligada à minha obsessão por casas e cidades fictícias, que estão inteiramente ligadas ao sentido da minha própria identidade.
No meu trabalho, de um ponto de vista mais íntimo e pessoal, há uma rejeição da perfeição, dos cânones e até da realidade como a conhecemos. As minhas casas são, portanto, seres imperfeitos, inabitáveis, impossíveis, imaginários, utópicos, mas autênticos e, portanto, um espelho do meu corpo e do meu ser.
Atualmente, e com a criação do André Rita Atelier, desenvolvi um trabalho mais introspetivo, fugindo às expectativas que possam existir, tendo em mente que a razão pela qual comecei a desenhar foi porque senti que havia algo que queria manifestar para ter uma maior compreensão de mim mesmo e como coexistir com o resto da sociedade.
No futuro, procuro que as minhas casas encontrem um espaço comum entre a realidade e a ficção, abrindo caminhos e possibilidades para mim e para todos.
Nascido em 1991
Porto, Portugal
Não me considero um ilustrador, considero-me talvez um observador com a sorte de ter uma mão que acompanha o meu olhar.
Como jovem artista, as minhas influências surgem principalmente das minhas vivências, mas não advêm apenas delas. Tudo o que cruza o meu caminho, e sobre o qual pouso o meu olhar, tem a capacidade de me influenciar de alguma forma. Cada uma das minhas criações passa por uma reflexão autocrítica, no entanto, o processo de trabalho tem a sua própria liberdade, já que todo o meu processo até ao resultado final é completamente inesperado, no sentido de que até eu sou surpreendido pela criação final.
É facilmente perceptível que tudo o que crio, ou quase tudo, emerge da arquitetura. A busca do eu está profundamente ligada à minha obsessão por casas e cidades fictícias, que estão inteiramente ligadas ao sentido da minha própria identidade.
No meu trabalho, de um ponto de vista mais íntimo e pessoal, há uma rejeição da perfeição, dos cânones e até da realidade como a conhecemos. As minhas casas são, portanto, seres imperfeitos, inabitáveis, impossíveis, imaginários, utópicos, mas autênticos e, portanto, um espelho do meu corpo e do meu ser.
Atualmente, e com a criação do André Rita Atelier, desenvolvi um trabalho mais introspetivo, fugindo às expectativas que possam existir, tendo em mente que a razão pela qual comecei a desenhar foi porque senti que havia algo que queria manifestar para ter uma maior compreensão de mim mesmo e como coexistir com o resto da sociedade.
No futuro, procuro que as minhas casas encontrem um espaço comum entre a realidade e a ficção, abrindo caminhos e possibilidades para mim e para todos.