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Richard Martin
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Ciudad en movimento

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Richard Martin Vidal 


Ciudad en movimento 


Óleo sobre tela 


Dimensão: 100 cm x 75 cm 


A intenção é que cada pessoa construa o seu significado a partir do seu arquétipo pessoal, cultural e social. É qualquer cidade, apesar de a imagem ser baseada no passeio do Limmatquai em Zurique. A consequência direta é que o trabalho visa descrever a hiperconexão entre o interior e o exterior onde cada um de nós, dependendo da idade, personalidade, treinamento, ... Vai dotar um significado ou outro. A curvatura que o artista desenvolve na obra, sempre buscando a conexão do Todo. A composição é repleta de símbolos, animais ..., para citar alguns, o ciclista saúda a Virgem Negra, a deusa Mãe. A obra também quer ser um cronista do tempo presente e é por isso que o céu está em movimento, feroz, mutável e conectado fazendo referência a covid-19 e como isso afeta a todos nós globalmente em todos os sentidos.


 


Biografia

No contexto das vanguardas da década de 1920, surge o surrealismo, um movimento artístico e literário que expressa os pensamentos do inconsciente. Fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas do psicólogo Sigmund Freud, em 1924, André Breton escreve o Manifesto Surrealista. O irracional, os sonhos e as loucuras tornam-se o mote principal da produção artística surrealista. No contexto internacional este movimento é marcado por artistas como Salvador Dalí, René Magritte, Frida Kahlo e Max Ernst. Em Portugal, o movimento segue as estéticas artísticas de Paris, com artistas como Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Mário-Henrique Leiria, António Maria Lisboa, Mário-Henrique Leiria, Marcelino Vespeira, António Dacosta, entre outros.