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Alba Escayo
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Malay Kampong

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Alba Escayo


Malay Kampong


Dimensão: 50 x 40 cm.


Moldagem: 55 x 45 x 2 cm.


Técnica mista sobre papel.


Alba Escayo (Avilés, 1981) herdou a paixão pelo mar de seu avô Agustín Menéndez Prendes, mais conhecido como Agustín Santarúa, um notável impulsionador de iniciativas marítimas tais como a “Alborada de Candás”, o “Museo de las Anclas de Salinas” e a “Cofradía de la Buena Mesa de la


Mar”. Dos passeios de infância pela praia de Salinas pela mão de seu avô guardou sugestões e uma inquieta curiosidade por tudo quanto exala o perfume do salitre que com o tempo e como artista passou a influenciar a sua obra. 


Viajar e descobrir novos lugares é uma força inspiradora do seu trabalho.


Escayo é licenciado em belas artes pela Universidad Complutense de Madrid” e foi assistente na Academia Nacional de Belas Artes de Bolonha.


Em 2011 foi-lhe atribuído o grau de mestre em pintura pela Faculdade de


Belas Artes de Belgrado, Sérvia.


Foi selecionado para diversas residências artísticas e colaborou em vários projectos internacionais e expôs, individual e colectivamente, entre outros, em Madrid, Singapura, nos Balcãs, em França e em Portugal.


As suas pinturas apresentam-se numa vasta gama de formas, desde pequenos os formatos até às grandes criações murais com recurso a vários meios, com texturas e colagens de vibrante energia numa interação do natural com o seu mundo íntimo, em explosões de cor, textos ocultos, em que o traço e o espaço se fundem numa erupção de vida. 


Além da pintura Escayo também se dedica à fotografia bem como a meios inovadores. 


Exibe em Singapura desde 2012 em conjunto com artistas locais.


A sua obra encontra-se em museus, colecções públicas e privadas.


 


Biografia

A paisagem é um género pictórico que retrata montanhas, rios, terras, pontes ou espaços arquitetónicos. O conceito ideal e harmonioso, como conhecemos hoje, surge com o pintor francês Claude Lorrain. Durante vários séculos, para a academia este género é visto como inferior, em relação às pinturas religiosas, mitológicas ou retratos. A partir do século XVII na Holanda, há um crescimento de encomendas desta temática, contudo é com o romantismo que este género domina e transpõe a sua grandiosidade com artistas como Caspar David Friedrich e William Turner. 

No século XX, o mote da paisagem é recorrente; no entanto, é na arte Land Art que esta deixa de ser uma representação da natureza para se tornar num processo de intervenção artística de forma efémera, com artistas como Robert Smithson e Michael Heizer. Muitos artistas atualmente continuam a produzir obras sobre o ideal pictórico de paisagem como Noronha da Costa, António Neves, Mota Urgeiro, Júlio Capela, entre outros.