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Gravura a água forte ponta seca sobre papel

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José Pedro Croft
Gravura a água forte ponta seca sobre papel Guarro com marca

d`água(ver foto)

Emoldurada e c/ vidro anti-reflexo

Assinada manualmente pelo artista e marcada P.E XXVII/XXXII

Dim. moldura: 68 X 54 cm.

Dim. mancha: 32 X 45 cm

Em bom estado de conservação, moldura nova.

José Pedro Croft é um artista plástico nascido no Porto em 1957.

'Formou-se em Pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa em 1981, sendo o início do seu percurso artístico marcado pela colaboração no atelier do escultor João Cutileiro. Interessado pela tridimensionalidade, nas suas primeiras obras explora o baixo-relevo e a modelação orgânica da pedra, tratando o tema da morte e do túmulo. Ao longo da década de 1980 o seu trabalho evoluiu para a exploração da organização espacial, através do recurso à geometria e a referentes arquitetónicos. Surgem então obras que remetem para uma ideia de monumento, construídas por processos de sobreposição e fragmentação do material. Na década de 1990 Croft centra-se no tratamento das qualidades intrínsecas da escultura (peso, densidade, estabilidade) e na exploração das relações do volume com o espaço e com a luz. O mármore é substituído progressivamente por outros materiais, até que o artista se apropria de objectos do quotidiano, articulados com elementos escultóricos simples. Os espelhos são então introduzidos nos seus trabalhos, em jogos de desfragmentação e desconstrução formais e espaciais. Para além do trabalho escultórico, o artista desenvolve as suas problemáticas através das disciplinas do desenho e da gravura. Em 1994 apresentou individualmente grande parte do seu trabalho no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e no ano seguinte foi um dos representantes de Portugal na Bienal de Veneza. Em 2002 a sua obra foi exposta em retrospetiva no Centro Cultural de Belém. Foi galardoado com o Prémio Nacional Arte Pública e com o Prémio EDP Desenho em 2001, e com o Prémio AICA em 2007.'

Fonte: site do MNAC Chiado

Foi representante de Portugal na Bienal de Veneza pela 2ª vez em 2017, com o conjunto de trabalhos 'Medida Incerta'que se encontram na Casa da Arquitectura em Matosinhos.

A sua obra encontra-se presente em diversas coleções públicas e privadas: Banco Central Europeu, Frankfurt; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; CAM-Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro Galego de Arte Contemporâneo, Santiago de Compostela; Fundação de Serralves, Porto; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Lisboa; Fundación Caixa Galiza, La Coruña; Fundación La Caixa, Barcelona; MEIAC, Museo Extremenho y Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Badajoz; Ministério da Cultura, Portugal; Museo de Cantábria, Espanha; Museo de Zamora, Espanha; Museo Nacional, Centro de Arte Reina Sofia, Madrid; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro; Sammlung Albertina, Viena; e Colecção Berardo, Lisboa.

 

Biografia

Esculturas e pinturas geométricas reduzidas caracterizam o trabalho de  José Pedro Croft (1957), um dos maiores artistas contemporâneos portugueses. Na década de 1980 iniciou o seu longo percurso pela escultura, utilizando materiais industriais, como madeira e metal, sobre superfícies de vidro ou espelhos. Com uma dimensão arquitetónica criada a partir da aplicação dos materiais e pigmentos, as suas esculturas e pinturas concebem um jogo de tensão, desfragmentação e desconstrução entre a luz, sombra e cor. Representou Portugal na 57ª Bienal de Veneza em 2017 e as suas obras encontram-se em vários museus, nacionais e internacionais, incluindo o Museu Coleção Berardo de Lisboa, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Centro Pompidou da França e Museu Rainha Sofia da Espanha.